sábado, 24 de julho de 2010

O CRENTE MADURO

Ontem à noite ouvi uma “pregação” que me fez meditar em algo importantíssimo que é: A maturidade cristã. É completamente diferente a consciência de uma criança e de um adulto. A criança age irresponsavelmente, fazendo o que tiver vontade, sem pensar nas consequências. Já os adultos pensam, planejam, escolhem a melhor hora de se fazer o que quer. A criança quando acha ruim com alguma coisa, logo: chora, briga, esperneia, reclama, exige que as coisas aconteçam conforme sua vontade. Os adultos que já passaram por essa fase imatura e foram corrigidos, aprenderam a esperar e serem tolerantes; aprenderam que muitas vezes as coisas não são conforme gostariam que fossem, que nem sempre podem fazer o que querem; aprenderam a ter compromisso e respeitar a opinião do outro sem chorar ou fazer birra. Mas existem os adultos imaturos, que são aqueles que deixaram de aprender e continuaram crianças birrentas e mimadas. Na fé existem os recém nascidos, que são os que acabaram de se converter e que ainda nem aprenderam sobre vida cristã. Esses recém nascidos se alimentam do leite maternal que representa o primeiro alimento espiritual de uma pessoa. Esse leite maternal é a mensagem de salvação, perdão, amor, acima de qualquer coisa, o amor de Deus que nos ama mesmo sem merecermos. Essa mensagem alimenta a alma recém nascida (que acabou de encontrar o caminho da salvação), mas como um bebe se alimenta inicialmente só com o leite materno e depois de um tempo é acrescentado outras coisas na sua alimentação, assim também é na vida recém nascida de um cristão. O que mais vemos é gente imatura na fé: esse é o motivo de tanta heresia no meio da Igreja. Os crentes imaturos são como bebes, que tudo o que pegam levam à boca e acabam engolindo porcarias.Os imaturos também brincam com coisas perigosas, arriscando a própria vida sem se darem conta do risco que estão correndo. Brincadeirinhas como o tal do “Reteté” (Um homem em cima do púlpito gritando “receeeebaaaa!” e um monte de gente caindo, pulando, correndo, dançando, etc) é moda entre as crianças, espiritualmente falando. Os crentes maduros já se alimentam de alimentos sólidos (sã doutrina) que dão vigor e saúde à vida espiritual, enquanto os crentes imaturos rejeitam receber os nutrientes dos alimentos sólidos, como uma criança faz caretas quando a mãe lhe oferece verduras e legumes, têm ânsias de vômito pelo ensino da doutrina bíblica. Fazem birra quando querem que Deus lhes atenda um pedido inútil do tipo: Riqueza! Exigem, fazem beicinho, choram, esperneiam diante de um “não pode fazer isso” (mentira, roubo, adultério, fornicação). Para os imaturos, leitura bíblica é castigo, enquanto para os maduros é o alimento mais gostoso e indispensável. Segundo o “pregador” que ouvi ontem, os crentes maduros são os que mais dão trabalho para o pastor. Esse homem é um louco que não sabe o que diz, um neófito que precisa crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Somente depois de bem alimentado poderá oferecer alimento aos outros. Um absurdo! Diz ele que os maduros estão quase secos e sem nutrientes, por isso não glorificam mais e são tão críticos. Esse “pastor” provou não saber manejar bem a Palavra da verdade que diz: “Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. Mas o alimento sólido é para os perfeitos, os quais em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal (Hb 5.13-14). Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo tipo de vento de doutrina, pelo engano de homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente. Antes ,seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo (Ef 4.13-15). A Palavra de DEUS é o único alimento capaz de nos dar saúde espiritual!

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

AMOR!

É nessa palavrinha pequena que cabem todas as grandezas da vida. E quando meditamos na vida, chegamos à conclusão de que o que é realmente grande na existência humana foi por nós, muitas vezes, considerado normal ou até mesmo insignificante. Batalhamos por tantas coisas, conquistamos muitas das metas estabelecidas por nossos sonhos. Às vezes sofremos por ver nossos planos não serem concretizados como queríamos. Sempre consideramos grande aquilo que queremos, então consideramos que vale a pena lutar para conquistar.Também consideramos grande o sofrimento que passamos a cada batalha perdida, a cada sonho interrompido, a cada agressão recebida, a cada pedido recusado. Mas nos esquecemos de ver o que realmente é grande! O que seria legal trabalhar a vida inteira, se nesses anos trabalhados não colhêssemos os frutos de nosso esforço? É bom lembrar que o salário é só um dos frutos e nem chega perto de ser o mais saboroso, pois que valor teria o dinheiro recebido se não tivéssemos bons motivos para gastá-lo? Os amigos que temos a oportunidade de fazer em cada ano trabalhado valem mais do que todo o dinheiro recebido. O bem estar que se pode proporcionar à família através do dinheiro vale muito mais do que milhões guardados em poupança. Que graça teria sorrir e comemorar sozinho a realização de um sonho? Bom é gritar pra todo mundo ouvir e receber o abraço de quem tanto nos incentivou a nunca desistir de sonhar! Isolar-se do mundo para chorar é a fuga dos orgulhosos que querem manter a aparência de vitoriosos, mesmo quando derrotados. O bom é ter um ombro que sirva de apoio na dor, assim o choro é consolado, a dor é aliviada até ser totalmente curada e não apenas escondida. Receber um “Não” é tão importante, pois ensina que nem tudo é como pensávamos e nos prepara para novos pensamentos. De que adianta ter uma linda casa e não ser feliz nela? De que adianta ter um grande quadro na sala, com fotos da família unida, se essa união se limita à fotografia? De que adianta ter um carro e ninguém pra assentar do lado? É meio chato...Imagina uma viagem dos sonhos... Imaginou? Agora pense nessa viagem sem ter com quem falar e ninguém pra contar como foi viajar de avião, a beleza da praia ou da cidade européia que você pode conhecer. Conclusão: O sentido da vida esta em viver e viver é amar! O dicionário assim define a palavra amor: Afeição, compaixão, misericórdia. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de vinculo emocional com alguém. Aí entendemos porque Deus nos deixou este mandamento: Amar ao teu próximo como a ti mesmo! Quem ama não mata, não rouba, não trai, não mente ao próximo. Quem ama sabe cuidar com carinho e fazer o bem ao próximo. Se alguém tiver fome, o sentimento de amar ao próximo causa uma ação em quem ama de forma que tem efeito em quem é amado, nesse caso um prato de comida seria a forma física, prática, do amor.Tanto se fala em amor, tanto se canta o amor, mas pouco se vive o amor! Porque o amor não é palavra bonita, ele é Palavra viva, pois o amor é a manifestação divina no ser humano. A palavra de Deus nos ensina em 1João 3.18: “Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”. Parece tão simples e fácil esse mandamento! O “não cobiçar o que é do próximo” parece ser mais difícil que o mandamento de amar. Muitos tropeçam em deixar de cumprir o “não ter outros deuses e idolatria”, outros acham mais difícil perdoar quem lhes fez algum mal. Amar é fácil, comparado a esses outros mandamentos. Será? Cumprir tudo isso depende de amor e se tropeçamos neles é porque falta amor ao próximo e também a Deus. Jesus disse que amar a Deus e ao próximo é o cumprimento da lei, mas por que Ele disse isso? Por que tudo depende do amor! Se amo a Deus, o sirvo fielmente. Se amo ao próximo, vivo bem com ele. O maior amor do mundo se manifestou num lugar nada apropriado para uma cena romântica. Uma cruz, um homem todo ferido, sangue escorrendo de sua fronte ferida por uma coroa de espinhos, mão e pés perfurados e muita dor até a morte. Esse é o retrato do AMOR! “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). O amor é um mistério que só se revela a quem aceita Jesus e passa a entender o que é valor no viver. O apóstolo Paulo aprendeu e ensinou em 1 Coríntios 13: “Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine”. Aprender que profecia e todos os dons sem amor não têm valor; aprender que fazer o bem ao próximo, sem amor, é inútil; aprender que amar é sofrer também e continuar sendo bom; amar é não ser invejoso, é não ser orgulhoso; aprender que o amor tudo espera, tudo suporta; aprender que o amor não falha e que maior que a fé e a esperança, está o amor. Isso é viver!

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domingo, 18 de julho de 2010

O MESMO SENTIMENTO...

A leitura bíblica proporciona conhecimentos como: cultura, geografia, história, ciência, etc. Mas, o mais importante é que ela é a única forma de alcançar o conhecimento sobre Deus. Conhecer Deus envolve saber: Quem Ele é, como Ele é e o que Ele faz. Quem é Deus? A bíblia nos traz o conhecimento de que Deus é o Criador de tudo (Gn.1). Como Ele é? A bíblia nos ensina que Deus é Eterno, Deus é bom, Deus é fiel, Deus é justo. Através da bíblia conhecemos quem somos, porque nascemos, porque morremos e também podemos conhecer que existe vida eterna para quem crê em Jesus e em seu sacrifício para perdão de pecados. Podemos conhecer que existe uma promessa que em breve se cumprirá, que é a volta de nosso Senhor Jesus. Mas, infelizmente, a bíblia que é a Palavra de Deus escrita aos homens, tem sido desprezada. Um certo “teólogo”, famoso por pregar teorias aterrorizantes sobre a nova ordem mundial, teve a ousadia de falar que a Bíblia não é a Palavra de Deus e, sim, que ela contém a Palavra de Deus. Ora, o que esse teólogo queria com isso, a não ser causar confusão na mente das pessoas menos esclarecidas? O que deve ter de “pregador” anunciando essa mais nova descoberta teológica não está escrito! Nós temos a Bíblia, não precisamos de mais nada.Tudo o que for acrescentar ao estudo da palavra de Deus como: dicionários, mapas, livros históricos, estudos fiéis das escrituras feitos por algum teólogo que respeita as sagradas escrituras, deve ser usado sim, pois proporcionará uma melhor compreensão das coisas. Mas negar a autoridade bíblica é pecado! Essas heresias têm encontrado espaço no meio da Igreja porque as pessoas não amam a leitura bíblica e, também, porque os que amam e conhecem Deus, às vezes têm se acovardado diante da possibilidade de até perderem cargos ministeriais ao exporem a verdade assim como ela é. Os apóstolos não se importavam com reconhecimento e posição - eles tinham uma missão a ser cumprida, dada pelo Mestre, e era essa a motivação que impulsionava esses homens a viajarem de um lado para o outro, enfrentarem naufrágios, prisões, entrarem em cidades, enfrentarem a fúria dos maus, serem apedrejados, expulsos, excluídos, desprezados. O “Ide” de Jesus, que é anunciar a todo o mundo o Evangelho, era levado a sério por aqueles homens. Hoje está em extinção homens valorosos como aqueles, que não se importavam com seus nomes e, sim, com o nome de Cristo.Tive a infelicidade de achar na internet um grupo que trabalha na divulgação de pregadores. É deprimente o que se vê por lá. Uma propaganda imensa de “fulanos”, “cicranos” e “beltranos”, trazendo informações pessoais como: estado civil, tipo de música que gosta de ouvir, comida predileta, hobby (esse foi o pior que poderia ter lido: o hobby de uma certa pregadora é pregar - Legal né? E a maior qualidade dela é ser humilde). Ridículo! Jesus não precisou disso nem enquanto esteve aqui na terra e seus discípulos não precisaram de propagandas para evangelizar. O Reino de Deus é para ser anunciado e só isso! Igual está na bíblia e nada mais, nem menos, somente pregar o evangelho de Jesus. Não importa se o pregador é pequeno ou alto, se é magro ou gordo, se é feio ou é bonito, se é pobre ou se é rico, se gosta de chocolate ou gosta de rapadura, se prefere feijoada ou lasanha. Nada disso importa! Repito: NÃO IMPORTA QUEM É O PREGADOR, IMPORTA O QUE ELE PREGA (Bíblia) E QUE ELE VIVA O QUE PREGA! Pelo amor de Deus, Igreja, desperte e esteja vigilante, pois Jesus está voltando e só quem estiver preparado subirá com Ele. Não deixe que seu nome seja mais importante que o nome de Jesus, não permita receber tratamento diferente por ser um pregador (pois pregar é obrigação), não se sinta superior a quem o escuta pregar, como se fosse um artista diante de um fã. Somos servos, estamos aqui para servir, não para ser servido e ter regalias, fama e sucesso. E se alguém que estiver lendo esta mensagem sente vontade de pregar, analise primeiro a motivação que o leva a desejar isso. Está com vontade de pregar por que é bonito ver pessoas chorando, olhando para você? Ou é legal ser pregador como muitos famosos por aí que estão até ricos? Quer pregar por que essa é a sua “chamada”? Só pregue se você amar a Palavra de Deus, porque é ela quem traz o conteúdo da mensagem que Jesus nos mandou pregar. Só pregue se você estiver com vontade de servir a Jesus (Servir a Jesus tem sido confundido por ser servido pelos homens por causa de Jesus, falar de Jesus o que bem quiser e receber agrados por ser um pregador). Fiquemos com a bíblia. Acima de tudo na nossa vida, esteja a Palavra de Deus. Só devemos pregar se nosso sentimento for igual ao de Jesus. “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus; mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo se semelhante aos homens; e achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte e morte de cruz". (Filipenses 2. 5-8).

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

DEUS TEM UMA LEI

A lei de Deus é uma lei perfeita, nunca erra. Quando falamos em lei, logo nos lembramos de um monte de regras a serem cumpridas. Exemplo: Tirar a carteira de motorista para poder dirigir é uma lei. Mas a lei humana, por mais que queira ser justa, sempre falha. Quantas notícias chegam ao nosso conhecimento, de crimes que nunca foram julgados por falha da lei? Essa é a grande diferença entre a lei humana e a lei de Deus. Quando um homem da lei prende um assassino, ele está cumprindo bem a sua função, mas, esse assassino, com a ajuda de advogados e alguma brecha na lei, pode acabar sendo inocentado, mesmo sendo culpado, e depois de livre, continuar matando. Já na lei de Deus, um assassino está condenado e sem salvação - a não ser que aceite Jesus, que é o nosso advogado perante DEUS, e passe por uma transformação, que é um novo nascimento, onde aquele assassino arrependido morre para essas práticas e nasce para as boas obras. Por que ninguém mais quer nem ouvir falar da lei de Deus? Falo isso porque tenho visto e ouvido pastores pregando contra a lei de Deus, na desculpa de viverem na graça. Mas o que é a Graça de Deus senão o cumprimento de sua lei? O próprio Jesus, que é a graça de Deus que se manifestou trazendo salvação ao mundo, afirmou que Ele não veio abolir a lei, mas cumprir. Cumprir a lei de Deus vai muito além de participar de festas e celebrações como alguns a tentam resumir. Cumprir a lei de Deus é obedecer aos seus mandamentos escritos na bíblia. Muitos dizem que é impossível cumprir a lei de Deus. Outros afirmam que ninguém consegue obedecer - então será culpado por toda lei. Mas isso são, na verdade, textos mal interpretados. Quando Jesus ordenou que guardássemos os seus mandamentos, Ele não se referia a nenhuma cerimônia dada a Israel e sim, às ordens de Deus dadas ao homem como: “Não ter outros deuses; não tomar o nome do Senhor em vão; ter o dia de descanso para se lembrar de Deus e se recompor de toda a lida da semana; honrar pai e mãe; não matar; não trair; não roubar; não acusar o próximo; não cobiçar o que pertence aos outros; deixar a mentira e falar a verdade; não dar lugar ao diabo; só falar o que for bom; não ter amargura, nem cólera, nem gritaria, nem blasfêmias, nem malícia; não comunicar com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condená-las; prostituição, avareza e toda impureza, nem se nomeiem entre vós”. Será que alguém pode ir contra essas regras? Será que não percebemos que ao deixar de lado princípios tão sagrados, incentivamos toda a forma de maldade? O nosso Deus é perfeito e sua lei também é! Quando abrimos a bíblia é impossível passar por algum texto que não se refira ao cumprimento da lei de Deus. Então, por que será que ao ouvirmos pregadores da atualidade, nem se quer ficamos sabendo que existe uma lei a ser cumprida? Por que abandonaram as escrituras. Isso mesmo! Estamos vivendo em meio ao povo que não quer mais pregar a mensagem bíblica conforme ela é, a fim de serem aceitos com mais facilidade. Estar em conformidade com o mundo é andar cercado por pessoas, ser aceito pela maioria. Ao contrário disso, estar em conformidade com os mandamentos de Deus é nadar contra a maré e ser perseguido! Se a lei de Deus fosse tão ruim e impossível de ser cumprida, como alguns “pregadores” dizem, como poderiam os salmistas falar assim sobre ela? “Bem aventurados os que trilham caminhos retos e andam na lei do Senhor (Sl 119.1). De todo o meu coração te busquei, não me deixes desviar de seus mandamentos. Escondi a Tua Palavra no meu coração para eu não pecar contra Ti (Sl 119.10-11). Alegrar-me-ei em seus estatutos; não me esquecerei da Tua Palavra (Sl 119.16). Desvenda os meus olhos para que veja as maravilhas da sua Lei (Sl 119.18). Tu repreendes asperamente os soberbos, amaldiçoados que se desviam de seus mandamentos (Sl 119.21). Escolhi o caminho da verdade, propus me seguir os teus juízos (Sl 119.30). Dá me entendimento e guardarei a Tua lei e observa-la-ei de todo o coração (Sl 119.34)”. Pois é, estamos fazendo o contrário que esses homens fizeram. Ao invés de amarmos tanto a lei de Deus, estamos desprezando-a e fazendo com que outros a desprezem também. Isso é pecado! Mas que haja tempo de voltarmos nosso coração para a Palavra de Deus, que é a Sua Lei. Que possamos também repetir com sinceridade estas mesmas palavras: “Oh! Quanto amo a Tua Lei! É a minha meditação em todo o dia!” E que nunca nos esqueçamos que da boca do Mestre saiu estas palavras: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama e, aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele (João 14.21).


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domingo, 11 de julho de 2010

ARREPENDAM-SE

O que sentimos ao ouvir essas palavras? É difícil de expressar o que essas palavras causam em nossa mente. O que é arrependimento? O dicionário assim define: “Pesar por alguma falta cometida. Contrição, mudança de opinião”. Estar arrependido é sentir o peso de alguma coisa errada que fizemos, é mudar de atitude. Estamos acompanhando pelos jornais, a investigação policial que aponta o goleiro do flamengo como o principal suspeito do assassinato de uma amante com quem ele teve um filho. Fiquei assustada ao ouvir a notícia por uma jornalista que disse que se tudo for comprovado, esse é um dos crimes mais terríveis de que se teve notícia até hoje. Tem sido revelado aos poucos o ato de crueldade cometido contra a vida desta moça. Indagamos: Por que esse goleiro, profissionalmente bem sucedido, teve a coragem de fazer isso com uma moça que foi a mãe de um filho dele? Com certeza ele tem boas lembranças de bons momentos que passou com ela, ainda que tivessem alguma questão pendente por causa de pensão ou qualquer outra coisa. Se tudo for comprovado, o goleiro do flamengo é um dos assassinos mais cruéis que existe, mesmo que não pareça! O que isso tem a ver com a mensagem sobre arrependimento? Como essa notícia tem sido a mais falada e quase todo mundo está bem informado a respeito, quero usá-la como exemplo. A Bíblia, que é a fonte de toda sabedoria, pois ela é a Palavra de Deus e a Palavra de Deus é o próprio Senhor Jesus, nos ensina que o pecado entrou em toda natureza humana através da desobediência ao Criador. A partir dessa desobediência o homem caiu, perdeu a graça, perdeu a comunhão com Deus e deixou de ser perfeito e bom. Esse homem passou a ser criatura pecadora distante de Deus e esse homem pecador somos todos nós, a raça humana. O homem, praticando o pecado, recebe um salário, que é a morte, segundo o que a Palavra de Deus nos ensina em Rm 6.23: “O salário do pecado é a morte”. Então, seja quem for, tenha um nome bonito ou feio, seja rico ou pobre, desconhecido ou famoso, o homem, em qualquer parte deste mundo, exercendo qualquer tipo de profissão, ele é, por natureza, um pecador e está condenado a morrer. Assustador? Sim , mas é a verdade e tem que ser dita. Eu e você somos tão pecadores quanto esse assassino, que de forma tão cruel tirou a vida de um semelhante. A vítima dessa maldade era também tão pecadora quanto seu assassino. Infelizmente, já recebeu o salário de seu pecado. Agora eu fui longe demais...Comparar você e eu, que nunca matamos ninguém, com um criminoso que matou com requintes de maldade? É absurdo! Mas, é assim, diante de DEUS! É assim, até que eu, você e até mesmo um assassino, se arrependa. Foi por isso que a mensagem pregada nos dias bíblicos gritava em alto e bom som: “Arrependam-se, arrependam-se porque é chegado o Reino dos céus”. Sem arrependimento da parte do culpado, não há perdão de pecado. Jesus nasceu neste mundo e viveu como homem, padecendo as mesmas necessidades, sofrendo as mesmas tentações, sentindo a mesma vontade que eu e você sentimos. Mas com uma única e essencial diferença: Jesus não pecou e, sem pecar, conduziu a natureza humana ao arrependimento pelo conhecimento do perdão de Deus que se manifestou em dar o Seu Filho ao mundo para morrer por todos os nossos pecados. Então, consumada a sua obra na cruz, Jesus deixou para nós um outro salário que é dado a quem se arrepende de ser um pecador, de transgredir contra Deus e aceita o Seu perdão dado a nós através do sangue de Jesus. O preço desse salário é conquistado de graça, sem nenhum esforço ou prática humana, a não ser o arrependimento, que significa: Reconhecimento e pesar por alguma prática errada cometida, tristeza pelo erro e mudança de opinião, ou seja, é deixar de ser pecador e, assim, não receber o salário do pecado, que é a morte, mas receber o ”Dom gratuito de Deus, que é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).

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